domingo, 2 de julho de 2006

Several

Ruínas de Cartago - Several (AM)

Talvez seja por insegurança
que haja sempre uma razão pra ter você.
Tudo que for mágoa permanece aqui
E um leve rancor aflora.

Vivemos em casulos que usamos como abrigo...
Contra o mal do mundo.
Protege-nos de toda culpa ao longo do caminho
E o que tiver que ser, assim será.

Sei que sempre vai ser (estará)... no fim.

A distancia traz uma herança singular.
Um sonho longo e nauseante
E se eu quiser assim terá, no fim, que ser...

Faz ruir assim, lindamente inofensiva e descontrói
As chances que renascem pra se ter a paz
E o que traz aqui não satisfaz
Você retrai e pede mais
É o que te seca e extirpa os olhos.

Passeio calmamente com os pés sobre os cacos...
Fragilidade exposta.
Conhece a tua casa com teus cômodos agora...
Ruínas de Cartago.

Que vai nos permitindo por... (a dor) entre nós.
E mesmo assim...

Vivo a esperar outra
chance de ter de volta a paz sorrindo pra mim
e mesmo assim...
Vivo a esperar outra
chance de ter de volta a paz sorrindo pra mim
e mesmo assim... se importar (?!?)...
eu deixo aqui... compaixão... por ti.

Passeio calmamente com os pés sobre os cacos...

Fragilidade exposta.

Conhece a tua casa com teus cômodos agora...

Ruínas de Cartago.

Que vai nos permitindo por... essa dor... entre nós.

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Música lindíssima, de uma banda aqui de Manaus que sou fã incondicional. Eles têm material na net, caso alguém se interesse.

quinta-feira, 22 de junho de 2006

Depressed

Estou deprimida... me sinto enganada.
Vou postar uma musica que me traz lembranças doloridas.


Return to Serenity (Testament)

I'm gonna take you
To a place far from here
No one will see us
Watch the pain as it disappears

No time for anger
No time for despair
Won't you come with me
There's room for us there

This innocent beauty
My words can't describe
This rebirth to purity
Brings a sullen tear right to your eyes

No time for anger
No time for despair
Please let me take you
'Cause I'm already there

I'm so alone
My head's my home
I'll return to serenity

Rhyme without reason
Is why children cry
They see through the system
That's breeding them just so they die

So please let me take you
And I'll show you the truth
Inside my reality
We shared in my youth

I'm so alone
My head's my home
And I feel... So alone
You know At last
I return to serenity

Now that I've taken you
To a place far from here
I really must go back
Close your eyes and we'll disappear

Won't you come with me
Salvation we'll share
Inside of my head now
There's room for us there

I'm so alone
My head's my home...
I'll return to serenity

segunda-feira, 19 de junho de 2006

# Citações

"Não comece o que você não poderá terminar" (Gene Simons)


*Preciso dizer em que ocasião o vi "filosofar" desta maneira: Foi em um programa que elegia a 'Gata do canal Playboy'!!! Ele era jurado e foi chamado a analisar as candidatas de perto. Eis que a apresentadora diz que elas podem fazer o que quiserem pra convencê-lo de serem a melhor. Várias tiram parte da roupa e uma delas começa a beijar o pescoço dele. hahahahahaha.... Foi quando ele soltou a máxima em epígrafe.

=D

quinta-feira, 25 de maio de 2006

# Provérbios

"A sinceridade é mais importante que a verdade."

Não sei se alguém já disse isso, mas é algo em que acredito.

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Dominação

Texto datado de 19.11.00, que nunca publiquei por julgar muito pessoal e por isso achei ter se perdido, mas que, por ironia do destino, achei um dia desses revirando meu quarto.

Dominação

Agarre-me bem forte
Arranque minh'alma
E prenda-a junto a você.

Talvez assim consiga domar a vida
Que insiste em pulsar dentro de mim.

Sufoque-me com sua boca voráz
Penetre-me com seus dentes afiados
Faça de mim um dos seus!

Saceie sua sede com meu sangue quente
E tire dele toda a pureza que eu já não tinha.

Leve-me para um lugar
Onde eu não gostaria de estar
Mas que irei sempre que você desejar.

Serei sua serva enquanto meu sangue
Ainda escorrer por sua garganta
Serei nada!

Nada além de um rosto pálido refletido
no seu lugar de descanço mórbido... quase vigilante.

Nada além de um bocado de carne
Morta e nua

Nada além de seu couvert
Almejando ser o prato principal.


Apetitoso, não acha?